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O verbo se fez carne

Cinco verdades bíblicas sobre o nascimento de Jesus

Deixando de lado todo o agito da época, as árvores, os presentes, a comida e os quilos extras que costumamos ganhar, há uma história de nascimento humilde e uma realidade simultaneamente deslumbrante: o próprio Deus andou entre nós, tornou-se humano. AqueleBox overbosefezcarne fato marcou um antes e um depois na história da humanidade. O Natal é sobre a encarnação de Jesus.

As palavras escritas em João 1.14 falam da maior manifestação de Deus aos homens. A mensagem de amor e redenção que o Senhor falou por meio dos profetas passou despercebida por séculos (Mt. 23.37). As pessoas achavam fácil ignorar o Criador e continuaram em seu pecado e rebelião. Então a Mensagem se fez carne, assumiu a forma humana e veio habitar entre nós (Rm. 8.3).

O primeiro capítulo de João nos dá também um vislumbre do relacionamento Pai e Filho antes de Jesus vir à Terra. Ele preexistiu com o Pai (Jo. 1.1), estava envolvido na criação de tudo (vs. 3), e é a "luz dos homens" (vs. 4). O verbo é a incorporação completa de tudo o que o Senhor é (Cl. 2.9).

À luz desses fatos, aqui estão cinco verdades bíblicas da encarnação:

1. Não marca o começo da existência de Jesus:

A concepção virginal e o nascimento em Belém não marcaram o início da Sua vida. Ele “é, era e há de vir” (Ap. 1.8). Em vez disso, marca a entrada do Filho eterno em nosso mundo e se tornando fisicamente um de nós.

2. Mostra a humildade de Jesus:

Ele não é um rei típico. Não veio para ser servido, veio para servir (Mc. 10.45). Sua humildade esteve presente de Belém ao Gólgota:

“embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!” (Fp. 2.6-8).

3. Cumpre a profecia:

A chegada de Jesus não foi aleatória ou acidental. Foi profetizada no Antigo Testamento e de acordo com o projeto eterno de Deus. Talvez o texto mais claro sobre a natureza igualmente humana e divina do Messias é Isaías 9.6:

“Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.”

Neste versículo, o profeta vê o nascimento de um filho, mas não é um filho comum. Seus nomes extraordinários apontam sua deidade. E juntos - o Filho que nasceu e Seus nomes – afirmam que Ele é o Cristo que tira o pecado do mundo.

4. É misteriosa:

Responder como poderia ser que uma pessoa pudesse ser completamente Deus e plenamente homem não é uma questão que as Escrituras enfocam. Algumas coisas continuam misteriosas. "As coisas encobertas pertencem ao Senhor ", escreveu Moisés, "mas as reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre" (Dt. 29.29).

5. É necessária para a salvação:

A encarnação de Jesus é um elo essencial no plano de redenção de Deus. Como está escrito em Hebreus 2.17:

“era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo.”

A encarnação mostra a grandeza de Deus, que se despojou de si e veio nascer numa manjedoura, cheio de humildade, de misericórdia, de graça. Nosso Deus é um Deus que nos redime pelo Seu sangue, não um que nos deixa abandonados em nosso pecado. Ele se fez um de nós para que nós sejamos um com Ele. O verbo se fez carne.